Tatuadores de Brasília revelam inspirações para as artes nas peles; confira documentário “Colorindo almas”

Num primeiro momento, tintas e agulhas parecem não combinar. Ambos, separadamente, são objetos de trabalho de artistas, e, quando se juntam, um outro tipo de arte ganha forma.  São as agulhas molhadas em tintas que perfuram a pele e delineiam os desenhos que enfeitam a pele de tanta gente hoje em dia.

Saiba mais sobre a profissão de tatuador no documentário “Colorindo almas”

 

Dentro de estúdios, tatuadores trabalham para deixar marcas nas peles de pessoas. Resgate de memórias, homenagens ou o simples desejo estético de ter a pele rabiscada motivam as pessoas a procurar esses profissionais e se submeter a dor para modificar o corpo.

Aquarela, old school, clássico, pontilhismo, linhas finas, sombreados: as pessoas marcam suas peles de diferentes maneiras desde o Egito antigo. Usada para enfeitar poderosos, identificar bandidos, juntar tribos, espantar inimigos, mostrar preferências e esconder imperfeições, as motivações para rabiscar o corpo são inúmeras e plurais.

Se ter o corpo colorido com tatuagens ainda é visto com preconceito, ser tatuador certamente é uma profissão que sofre para conseguir reconhecimento. Por isso, é preciso discutir a responsabilidade dos tatuadores em atender as expectativas dos clientes e prestar homenagens. Muita gente escolhe marcar a pele com algo que simbólico e importante. Transmitir o significado de um desenho para a pele é o papel específico desses profissionais.

Um filme de Alice Costa, Ana Luísa Amaral, Ana Luísa Leite, Larissa Galli e Renata Werneck

 

Post Author: Agencia de Noticias Uniceub

Professores e estudantes do curso de jornalismo construindo um projeto de extensão para promover práticas e repensar rotinas de produção

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *