Frozen 2, que estreia em janeiro, é aventura sobre insegurança e autoconhecimento

O filme Frozen 2, que já é um sucesso nos Estados Unidos, e que estreia no Brasil apenas em janeiro,  explora questões do passado do reino de Arendelle e as origens dos poderes de Elsa. A história da princesa e da irmã, Anna, conquistou o primeiro lugar nas bilheterias norte-americanas na segunda quinzena de novembro. A sequência traz uma voz misteriosa que atormenta a rainha a fim de que ela saia em busca de respostas e conserte os erros dos antigos governantes do reino. Após uma tragédia, Elsa parte em busca de soluções com Anna, o boneco de neve, Olaff e Kristoff. Além da fiel rena, Sven. A direção é de Chris Buck e Jennifer Lee. O filme foi indicado na categoria de melhor animação no Globo de Ouro e deve estar entre os favoritos a outros prêmios no ano que vem.

As personagens são “gente como a gente”. O longa investe, mais uma vez, na fábula com questões inerentes aos humanos. Por exemplo, Olaf possui dúvidas e medos em relação a mudanças e ao futuro. Além disso, no relacionamento de Anna e Kristoff são abordadas inseguranças tanto pessoais quanto de envolvimento amoroso. Para Elsa, a jornada reserva autoconhecimento, a resolução dos enigmas envolvendo a origem de sua magia e como lidar com o sentimento de insuficiência e hesitação. A rainha Elsa é apresentada com uma personalidade mais introspectiva.

O longa possui cenas descontraídas que garantem diversão para todas as idades. Há uma infantilização do filme como um todo em comparação com as outras produções da Disney. A ambientação da primeira sequência contou com elementos da cultura norueguesa nas vestimentas e na arquitetura. Na segunda, os povos oriundos da floresta encantada são inspirados nos Lapões, uma minoria indígena que vive no norte da Europa (Noruega, Finlândia e Suécia) e da Rússia que lida com xenofobia.

Por Ana Clara Avendaño*

Assistiu à pré-estreia a convite da Espaço/Z

Supervisão de Luiz Claudio Ferreira

Post Author: Agencia de Noticias Uniceub

Professores e estudantes do curso de jornalismo construindo um projeto de extensão para promover práticas e repensar rotinas de produção