Shazam diverte com apelos nostálgico e mitológico

Um filme que remete a quadrinhos e série de TV que traz um herói improvável. David F. Sandberg dirige “Shazam”, que estreia nesta semana no Brasil. O longa nem estreou nos cinemas brasileiros mas já garantiu o selo fresh no rotten tomatoes, com 93% de aprovação da crítica. O filme garante muitas risadas e diversão para quem for assistir.

Confira o trailer

O longa é uma versão live-action baseada nos quadrinhos do herói, antes conhecido como Capitão Marvel. Na história de Shazam, conhecemos Billy Batson (Asher Angel), um garoto de 14 anos que ainda pequeno se perdeu de sua mãe. Mesmo depois de alguns anos, Billy ainda tem esperanças de a encontrar, então segue a procurando. Por ter um comportamento levado, o garoto chegou a escapar setes vezes de todas as casas adotivas que passou e após chegar em uma nova casa adotiva, Billy conhece a família Vázquez e outras cinco crianças adotadas que serão peças importantes em sua vida.

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Um dia, quando Billy está num vagão do metrô, ele é transportado para um portal e acaba conhecendo um mago, onde ele explica que procura uma criança pura e de bom coração para enfim poder depositar seus poderes e o transformar em um super herói. Assim ele terá características de seis figuras mitológicas. A sabedoria de Salomão, a força física de Hércules, a resistência de Atlas, os poderes de Zeus, a coragem de Aquiles e a velocidade de Mercúrio. Ao tocar no cajado mágico e pronunciando “Shazam” Um raio surge e Billy se transforma num homem adulto extremamente forte e poderoso.

No decorrer do filme, a gente vai vivendo junto de Billy, como Shazam (Zachary Levi) suas aventuras e descobrindo seus poderes, ao lado do seu novo irmão adotivo, Freddy (Jack Dylan Grazer) e também suas lutas para impedir o vilão, o Dr. Thadeus Sivana (Mark Strong) junto com os lacaios.

Shazam é um filme muito divertido, com ótimos momentos, que tira do público risadas pela comédia que o filme proporciona, principalmente vindo da figura de um homem forte e poderoso, que por dentro ainda é um menino de 14 anos. O elenco é fenomenal, cada um soube muito bem o que fazer com seus personagens. A trilha sonora é ótima, porque casa com partes do filme de uma forma sensacional e o desfecho da história é incrível.

No total, são duas horas e 13 minutos de filme, o que pode ser cansativo em determinado momento, que caso você não seja fã de histórias de heróis, pode ser algo maçante, mas mesmo assim, garanto uma diversão ótima e surpresas pelo enredo, a forma como o roteiro segue, pelas atuações, os efeitos especiais que você acaba esquecendo que o filme é longo. O filme ainda tem duas cenas pós créditos que não podem ser ignoradas. Uma figura chave deixa o público surpreso. Vale esperar sentado antes da última cena…

Por Ana Vitoria Queiroz*

Supervisão de Luiz Claudio Ferreira

  • A convite do Espaço/Z
  • Imagens e trailer: Divulgação

 

 

Post Author: Agencia de Noticias Uniceub

Professores e estudantes do curso de jornalismo construindo um projeto de extensão para promover práticas e repensar rotinas de produção

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